No Brasil, cerca de 4 mil pessoas morrem anualmente em consequência de linfoma, segundo os dados mais recentes do INCA (Instituto Nacional do Câncer). Ainda, estima-se que por ano ocorra 10 mil novos casos da doença. Mas ainda há certo desconhecimento sobre esse tipo de câncer pela população.

ANATOMIA

O termo linfoma é usado para designar vários tipos de câncer que se originam nos linfócitos, células que desempenham papel crucial no funcionamento do sistema imunológico.

Ele é constituído pelos linfonodos, estruturas presentes ao redor de todos os órgãos do corpo, exceto no cérebro, que se concentram em maior número em regiões como pescoço, axilas, regiões inguinais e ao redor de órgãos internos como pulmões, estômago e intestino grosso; vasos linfáticos, pequenos canais que interligam os linfonodos; e a linfa, um líquido claro que corre dentro dos vasos linfáticos e que contém linfócitos e outras células envolvidas na resposta imunológica. Juntos, eles formam o sistema linfático.

Sistema linfatico

O sistema linfático.

 

HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA

Os linfomas se disseminam através do sistema linfático e pela via sanguínea. Por essa razão, é comum acometerem vários linfonodos do corpo ao mesmo tempo, bem como o baço. A medula óssea (tecido gorduroso situado dentro dos ossos, responsável pela produção das células do sangue) é comprometida com certa frequência pelos linfomas não Hodgkin, principalmente os linfomas foliculares.

 

TIPOS DE LINFOMAS

Há vários tipos de linfócitos, mas os que mais costumam dar origem aos linfomas são os linfócitos B e os linfócitos T.

O comportamento dos linfomas depende de seu tipo, que é definido a partir do exame anatomopatológico do material obtido por biópsia. Eles são divididos em dois grupos: linfomas de Hodgkin e linfomas não Hodgkin.

Os linfomas não Hodgkin são divididos de acordo com o grau de agressividade e a velocidade de crescimento das células tumorais, que são: os indolentes, que têm crescimento lento podem demorar anos sem tratamento até causar sintomas, e os agressivos, que crescem de modo rápido e requerem tratamento imediato.

Os tipos mais comuns de linfomas não Hodgkin são os difusos de células grandes, que são agressivos, e os linfomas foliculares (há vários subtipos), que são indolentes.

Como o diagnóstico do tipo de linfoma deve ser muito preciso, recomendamos que as lâminas da biópsia sejam revisadas em centros de referência.

 

Fonte: www.vencerocancer.org.br

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